"Aprendi com a primavera a me deixar cortar. E a voltar inteira." ( Cecilia Meireles )
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~~ By Me ~~
Nick: Perigosa



Em parte do que vivi, na sensatez de pessoas mais sabias, no que herdei de todos que passaram na minha vida e deixaram coisas boas, na coerencia que a vida exige em certas situaçoes, na prepotencia de nunca desistir, na incansavel busca de ser feliz, nos dias que precisei me fechar para balanço e saber do por que certas coisas ruins aconteceram e buscar um saldo positivo pra isso, no sorriso inocente de uma criança assim como o sentimento dela, em nunca buscar respostas para as perguntas que ainda nao foram feitas, em viver um dia de cada vez e nao sonhar com o impossivel, em aceitar cada coisa e tirar proveito nela, mesmo que aparentemente nada seja favoravel a primeira vista, em reflexoes sobre mim... na procura de conhecer a mim mesma.




~~ O Fundamental... ~~

"Saber esperar nao significa perder tempo...
Mas sim deixar as coisas acontecerem no seu devido momento.
Na vida nada acontece por acaso...
Mas sim porque tem que acontecer."
( Paulo Coelho )



~~ Um complemento... ~~

"Se vc tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades...
Teria ouvido as verdades que insisto em dizer brincando.
Falei muitas vezes como um palhaço...
Mas nunca desacreditei da seriedade da plateia que sorria."
( Charles Chaplin )



~~ Uma Satisfaçao ~~

* Qdo alguem pensa que este me fazendo de boba, que acha que eu acredito em tudo que eh falado, que me comovo pela falsa tristeza, que sou fiel a hipocrisia que recebo sem questionar, que sou cega mediante ao obvio, que as mentiras soam como as mais lindas verdades, que a falsidade que me eh dada eh conceituada como o amor mais sincero, qdo acham que eu dormi na frente do inimigo...
E no meio de uma ilusa, criada apenas para seu proprio conceito, faz a sensibilidade cegar perante ao meu grau de observaçao e as vacinas constantes que tomei para saber exatamente a hora de agir, e com toda ironia que me cabe, mostrar a pessoa o qto foi idiota em tentar enganar alguem calejado por tantas atitudes sem escrupulos.



~~ Aprendi ~~

* A andar sempre com um sorriso no rosto... lagrimas mostram a fragilidade de um ser, e para que consigamos vencer temos que ser fortes, e a melhor maneira eh o otimismo para tudo, onde um sorriso estampado pode ser o escudo para as tristezas, mas o remedio contra o proprio suicidio da alma. * Que as pessoas que vc menos se doa, so as que sempre estao do seu lado qdo sua queda esta proxima.
* Que buscar explicaçoes para o inexplicavel eh perda de tempo.
* E que acima de qualquer coisa, temos que buscar nossa felicidade, sem pisar em ninguem... eh nosso dever sermos felizes... e dificilmente a felicidade bate a nossa porta.




~~ Eu Acredito...~~

*Em Deus!
Mas acredito tbm que Ele nao eh responsavel para td que nos acontece.. e nem soluçao para tal.
*Tbm acredito na recuperaçao de pessoas viciadas em maldade, alimentadas pela inveja, resumidas em falsidade.





"Ser feliz nao eh ter uma vida perfeita, Ser feliz eh reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios e perdas... Ser feliz eh deixar de ser vitima dos problemas e se tornar autor da propria historia... Ser feliz eh uma conquista e nao obra do acaso!"



~~ Calendario ~~




*





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...Fecho os olhos... e somos só tu e eu...

Avanço na escuridão. Detenho-me por trás dela e aspiro uma vez mais o seu Chanel.
Com um puxão, agarro-lhe com força os cabelos louros, deixando-lhe o pescoço à mercê do meu desígnio.



Sem uma palavra, deixo-me deslizar numa única lambida desde o início do pescoço até ao limiar da orelha.
Mordo-a e firo-a ligeiramente para que perceba que hoje estará à minha mercê.

A mala descai-lhe das mãos até ao chão. Está assustada como uma menina mas
mantém-se na defensiva como um animal ferido.

Sem meias medidas, arranco-lhe os botões da blusa branca imaculada e subo-lhe
a saia preta até à cintura. Adivinhei-lhe as meias de liga muito antes de lhes sentir o toque.
Esse último reduto de provocação permitido às mulheres de bem.
Com uma mão aperto-lhe uma nádega e com a outra desaperto-lhe o soutien.

Roço o meu corpo de encontro ao dela como um animal no cio,
deixando uma mão presa nas suas mamas e descaíndo a outra até à sua cona ladeada de renda preta.
E roço-me e esfrego-me e apalpo-a. Suspira mas tenta resistir às minhas
investidas sacudindo o corpo violentamente. Aperto-a ainda mais de encontro ao meu corpo excitado.

Está quente, está húmida, está a pedir para ser fodida e penetrada,
lambida como sempre quis. Mas a sua consciência diz-lhe que é errado e o
obriga-a a tentar soltar-se a todo o custo do meu abraço. Em jeito de domesticação,
afasto-lhe a cuecas e enfio-lhe um dedo bem fundo naquela cona amadurecida.
Não me surpreendendo com a abundância de humidade.

“Quieta! Hoje vais ser fodida como mereces!”



E vou penetrando-a ao mesmo tempo que lhe agarro os cabelos e lhe mordo os ombros despidos.
Sacode-se novamente e barafusta, tentando demover-me.

Mas então... eis que começam os gemidos... ahhh ahhh ahhh...
o seu corpo aos poucos abandona os espasmos violentos e começa a mover-se de modo sexual.

Inclina a cabeça para trás numa tentativa frustrada de me beijar.
Desvio-me e mordo-lhe apenas o lábio inferior.
Forço-a a voltar a cabeça para a frente penetro-a ainda mais fundo.
Um, dois, três dedos lá dentro para meu gáudio pessoal... e ela aguenta estoicamente.

“Hmmm... agora queres ser beijada?” Ela diz que sim. “Não te beijo, mas deixo-te chupares-me a língua!”
E, lentamente, deixo-a deliciar-se com a minha língua afiada,
sorvendo-a, chupando-a e lambendo-a avidamente entre gemidos e suspiros.

“Sei o que tu queres”, digo languidamente ao ouvido enquanto lhe aperto
um dos bicos rubros de tesão. Por esta altura já não havia necessidade de
lhe segurar os cabelos para a manter submetida. O seu corpo começava a ceder.
“Queres ser fodida que nem uma puta...”.
Sacudiu-se novamente em protesto. Rio-me descaradamente.

Continuava a penetrá-la com os dedos, alternando as investidas com um
estimular frenético do clítoris. Até que... inesperadamente,
inclinou o corpo para a frente, empinou o rabo na minha direção
e elevou uma perna em cima do assento. Com uma mão a ampará-la
no vidro da carruagem, abriu-se completamente para mim.

O espectáculo proporcionado por aquela loura platinada, quase de quatro,
virada para mim numa carruagem de metro em direcção ao Inferno,
era qualquer coisa de extraordinário.



“Mais fundo...”, pediu, já com pouca ou nenhuma timidez.

Eu sabia... via-o de cada vez que olhava para dentro daqueles olhos claros.
Era uma puta, sem dúvida, e estava ali à minha disposição.

“Pede...” disse eu. “PEDE PUTA!”
“F... Fode-me...”
“Desculpa, não percebi!”
“FODE-ME! FODE-ME... NÃO VÊS QUE QUERO SER FODIDA?”

Por esta altura, já toda ela era um misto de raiva,
excitação e delírio descontrolados. Transfigurara-se diante dos meus olhos e,
com algum treino de recuperação do tempo perdido, daria uma dominadora perfeita.

Prego-lhe uma palmada bem assente naquele cú de foda para a meter no seu lugar. Ela percebe.

Redobro o meu empenho em estimulá-la e penetrá-la com os dedos.
Passo-lhe a língua no cú e sinto todo o seu corpo estremecer
ante aquele ataque inesperado. Devasso-lhe agora o seus recantos
mais bem guardados e ela, em manifesto de aceitação, abre-se
ainda mais para mim. Aproxima-se do clímax a uma velocidade vertiginosa,
balançando as mamas ligeiramente suadas cada vez mais depressa.

E gemia, gemia alto e bom som para quem quisesse ouvir.
Estava louca, possuída de prazer como nunca havia estado.
Perdeu completamente a pose, afastou-me dela e voltou-se para mim
enquanto se livrava do que restava da camisa e sacudia a saia
e as cuecas para um canto da carruagem.
Ergueu os braços e agarrou-se a um dos apoios de mão dependurados do teto.

“Vem... quero sentir a tua língua na minha cona... quero vir-me na tua boca!”

Tinha um ar de puta que só visto... e a postura sensual que assumia,
balançando as longas pernas torneadas em cima dos saltos agulha...
parecia que tinha sido treinada para isto a vida toda...



Faço-lhe a vontade... ajoelho-me a seus pés e passo-lhe as mãos pelo ventre...
Ela apoia uma coxa em cima do meu ombro e coloca o seu sexo húmido à minha disposição.
Lambo-a lenta e delicadamente a início, chupando e mordiscando
aquele botão rosado que tantas vezes ansiei tocar.

Ela aperta-me de encontro a si, colando ainda mais os meus lábios nos seus.
Desejou-me como nunca desejou ninguém.

Suspira num respirar acelerado. Aperto-lhe as nádegas, sinto-a a tremer.
Está quase lá e contorce-se por isso.

Mordo-lhe três vezes seguidas o seu clítoris pulsante e inflamado,
apertando-lhe os bicos tesos das mamas até ela gritar de dor e desejo.
Ela enterra-me as unhas rubras de sangue nas costas, rasgando-me a pele até aos ombros e...

E...

E...

Veio-se violenta e dolorosamente, esporrando na minha boca
uma chuva cor de pérola, quente e adocicada.

Ergo-me e observo-a exausta, corpo pendendo quase inerte
pelas mãos que ainda seguram as pegas do tecto.
Olhos semicerrados e respiração acelerada a recompor-se do esforço...

Estico o pescoço para lhe dar finalmente o beijo merecido...



Piiii... “Estação terminal. Pede-se o favor de saírem do comboio”...

Os corpos e os cheiros regressam e escoam mecanicamente pelas portas abertas.
Olho para todos os lados na esperança de a ver, ainda embebida do meu transe surrealista.

Mas não... Já só resto eu, sozinha, na carruagem vazia...
“Foi mesmo só um sonho!”... Resigno-me por fim e vou trabalhar...

Foi só um sonho... claro...

Mas não consigo deixar de pensar porque sinto este estranho sabor a Chanel na boca...



P.S.: Essa eh uma postagem, que achei a um certo tempo em um blog, que não me recordo.
portanto o conteúdo dessa postagem não eh meu, se alguem souber, ou o próprio ler
favor entrar em contato, que darei os devidos créditos, ou exclusão do mesmo...

aiai, suspirei, com esse conto... delicioso

DELICIEM-SE!!!

Perigosa.



Escrito por Perigosa às 15h13
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